Nas congelantes barras cruzadas
Sórdida lua quadrada
Dum pesadelo em fuga
Aceso, o claustro me suga.
Inconstante e insano
Perverso sol cigano
Queima meu sangue bandido
De alma vil, de corpo encardido
Sórdida lua quadrada
Veta os calos da mente
E libertas para valente
E ainda ser humano
Possa sol cigano
Fazer me vôo de sabiá
Tancredo Fernandes
João Pessoa, 5 de agosto de 2008
Caro Tancredo:
ResponderExcluirParabéns pelo blog diversificado, com reminiscências de vestibulando, comentários sobre a sua vivência regional e avaliações literárias. Tudo isso dá uma ideia da multiplicidade das suas preocupções.
Vá em frente. O importante é manter o hábito de "nenhum dia sem uma linha", como diziam os latinos.
Um fraterno abraço de
Chico Viana.