É comum perceber nas instituições de ensino como o preconceito altera o comportamento daqueles que dele são vítimas. Muitas vezes essas pessoas são inibidas, de característica física diferenciada do padrão, ou são alvos da mera implicância de colegas, que se sentem bem em humilhar e mostrar que são superiores a qualquer um.
Os jovens que sofrem com o bullying tomam atitudes drásticas. Alguns se munem de uma carga de ódio e vingam-se daqueles que lhes provocaram dor.
O efeito social provocado por esses conflitos é dramático. Todavia a própria sociedade é suscetível a atitudes discriminatórias; a família acoberta e acolhe os agentes do bullying, além de encorajar o filho a revidar com brigas. Enquanto isso a escola não age efetivamente na prevenção dessas situações, até mesmo professores são preconceituosos e não agem em casos de desavença entre alunos
É necessário que o respeito pelo semelhante seja algo mais presente nas instituições de formação do caráter humano, visto que para a boa convivência a harmonia é imprescindível.
Tancredo Fernandes
João Pessoa, 3 de junho de 2010
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